parabéns!
25 anos bem comemorados em terras brasileiras...
25 anos bem comemorados em terras brasileiras...
As leituras de fim de semana inspiram-me...e após um longo SILÊNCIO pelo blog...resolvi escrever sobre ele...
"o silêncio permite a descoberta de cada um...é a comunicação mais autêntica...liberta do espartilho da palavra"
Esta afirmação levou-me a reflectir que há diferentes tipos de silêncio, mesmo quando estes se igualam na ausência de palavras...sem dúvida que o que os diferencia é o seu "peso".
...há silêncios pesados...há silêncios insustentavelmente leves...
...há silêncios que prestam homenagens...carregados de sentimentos...que só duram 1 minuto...
...há silêncios angustiantes...quando não desejados...
...há silêncios DIVINOS...que nos fazem "desligar" nem que seja por segundos de toda a poluição sonora e nos "ligam" numa sintonia perfeita a nós próprios...
...há silêncios que magoam quase mais do que ouvir certas palavras...há outros que são mesmo necessários...
...há silêncios que se respeitam...há outros que precisam de ser quebrados...
...há silêncios terapeuticos que nos levam a introspecções profundas...
...e há sem dúvida silêncios CUMPLICES...que valem mesmo mais do que 1000 PALAVRAS...e esses tem o peso da PARTILHA de intimidade segura...
Mª Jubina
Coimbra tem 2 estações ferroviárias: a Estação Velha e a Estação Nova e uma Estação Rodoviária.
Tal facto apavora os tripulantes do autocarro 29 cujo percurso passa por todas elas e que é normalmente frequentado por pessoas que vieram a Coimbra com o único propósito de irem aos HUC.
Não há viagem no dito em que não se ouça: “Já chegámos à estação?”, ao que logo um mui prestável passageiro responde “qual delas, minha Sra?! Tem a Nova, a Velha e a da Rodoviária!”, provocando um pânico desmedido na incauta senhora, que apenas sabia que o 29 a levava à ESTAÇÃO. Muitas respondem “É a dos comboios!” pensando que isso as salvará do pesadelo que se está a tornar a viagem em busca da estação perdida. Logo alguém contesta: “É que há duas, qual é que a Sra quer?”. Neste momento, já a pobre passageira está em pânico, de lágrimas nos olhos sem saber o que fazer, tal é a angústia de se ver perante a possibilidade de escolher entre a Nova e a Velha. Claro que, depois de levarem a passageira ao desespero, com um sorriso matreiro de quem já frequente o 29 há muitos anos, logo tentam ajudar “Para que terra vai?”, “vou para Y”, “AHHH, então isso é na Estação Nova”! Mais tranquila, a Sra segue viagem, sem no entanto deixar de perguntar de 5 em 5 minutos, mesmo sem avistar um comboio nas proximidades, “Já chegámos?”, “deixe-se estar sentadinha que nós avisamos!”
mafalda mascarenhas
Foi uma semana em cheio no que toca a novas (ou nem tão novas) tecnologias.
Consegui arruinar a minha pen e iniciar o telemóvel nessa bela modalidade que é a queda livre! depois de ele ter tido alzheimer 2 vezes achei por bem passar os bem ditos números para a minha moleskine.... estava apenas na letra D quando o pequerrucho teve que ir de urgência para o senhor indiano, especialista em delicados problemas de memória!Infelizmente só vai ter alta para a semana e não me garantiram uma recuperação total... eu, definitivamente não aprendo!O substituto do meu insubstituível nokia é o ex-móbil da Kirsten que também já não está no seu auge e apenas permite fazer e receber chamadas. Aviso ao mundo agripinal: é muito raro este ser deixar-me ler mensagens, pelo que a velha chamada telefónica será necessária para contactos durante o week-end!Para culminar a semana nada melhor do que um acidentezinho de viação. Coisa pouca, mas lá vai o Zé Luís fazer mais uma visitinha ao Sr Almerindo que já estava, seguramente, com saudades dele! (não, a culpa não foi das condutoras mas de um distraído que não conseguiu travar a tempo!).
Bem, o trágico-cómico é que já vão em 3 as agripinas envolvidas esta semana em acidentes! Não, isto não vem fundamentar nenhuma teoria sobre as mulheres ao volante já que os demais envolvidos eram ilustres representantes do sexo oposto...
Rocío