Ouvi há uns tempos na rádio que as relações entre raparigas (amizade, entenda-se), eram especiais, assemelhavam-se a verdadeiras relações de amor, com direito a períodos de lua de mel, de amuos, zangas e reconciliações…
E pensei, imediatamente, em nós e no espanto que provocamos nos não agripinos por sermos tantas, nos conhecermos há tanto tempo (nalguns casos já lá vão 23 aninhos!) e nos darmos tão bem…
Teremos nós uma verdadeira relação (acrescento, dado o elevado número de intervenientes, altamente promíscua)?
A verdade é que se a primeira prova de fogo para quem inicia uma relação é a semaninha de férias com direito a 24h de convivência e se discussões mais acesas podem levar a rupturas de comunicação, nós, minhas amigas, temos esses pontos de viragem completamente superados!
Já são muitos anos de partilhas (esta palavra é especialmente dedicada à jubina!) e a verdade é que..
Se estamos mais distantes geograficamente (aproveito desde já para dar as boas vindas à agripina que regressou à terrinha!) nos encontramos sempre todas aqui, onde quer que o “aqui” seja…
Rocío