"It´s the adverts, stupid!"
mafalda mascarenhas
“Reynaldo Gyanicchini viu-se repentinamente nas Urgências e acabou por ficar internado, depois dos médicos lhe terem diagnosticado uma reacção alérgica a um medicamento. Ao que parece, o seu organismo não tolera penicilina (…). O galã desconhecia sofrer desse problema, mas estranhou quando começou a ficar com corpo todo coberto de manchas vermelhas, as quais lhe causavam forte prurido, apesar de não ter sentido dores ou subida de temperatura (…).”
Se isto não é um sinal de deus a dizer: “Mafalda mete-te num avião e vai ter com o Giani”, não sei o que será! É que já nos estou a imaginar, os dois juntinhos, a comparar manchinhas vermelhas e a trocar anti-histamínicos, como quem troca M&Ms!
mafalda mascarenhas
As agripinas ainda não estão em si de tanto orgulho já que a nossa Mafalda, rapariga extremamente dotada, alcançou o feito de ter entrado para o CEJ! Iupiiiiiiii! Mil aplausos!
Aproveitando a onda de sucessos (e sem que este caso faça qualquer tipo de sombra à nossa menina!) deixo aqui o percurso de vida de um moço, que apareceu noticiado no jornal Público da passada 5ªfeira a propósito de um encontro de membros da rede Star Tracker. Agarrem-se às vossas cadeiras e preparem-se então para perder o fôlego:
“José Miguel Queimado, depois de terminar o Liceu Francês em Lisboa, rumou à École de Sciences Politiques, em Paris, para uma licenciatura em Relações Internacionais e Ecomomia. Um ano foi passado em Londres onde, acabado de chegar depois de um Verão a trabalhar na China, concorreu logo às eleições estudantis, que ganhou.. Depois foi trabalhar com o deputado trabalhista Steve McCabe que o apresentou a Gordon Brown. Fez um amigo chinês e montou a empresa de vestuário Q&X, da qual se tornou CEO. Seguiu para os EUA para tirar um MBA em Economia Política. Isto enquanto caminhava para os 22 anos. Ter sido aceite foi uma surpresa. De fato de banho e um euro no bolso, ligou à responsável pelas admissões para agradecer mas declinou. Optou por uma bolsa de dois anos da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.
Agora trabalha na Mckinsey, em São Paulo e resolveu a “esquizofrenia” de querer servir o país e estar a trabalhar fora e no sector privado, depois de também lá ter saltado barreiras- é associado da Mckinsey, apesar de não ter cumprido os normais seis anos de trabalho para aceder ao cargo.
Admite não ser workaholic mas tem uma “sede de conhecimento enorme”, que o faz ter explicações ao fim-de-semana sobre temas que não conhece.”
A somar a isto tudo é um rapaz idealista e diz “ quero trabalhar de graça, ou quase, para o Governo português, quero retribuir. Tive bolsas de estudo, não paguei uma propina”. Acumula ainda experiências como ter vivido com uma tribo indígena no Equador e com monges budistas no Camboja.
Idade??? 25 anos e, se a fotografia do Público não enganar, de muito bom aspecto.
Kirsten