Thursday, May 21, 2009

All in a day’s work


     Ontem preguei uma rasteira ao Siza Vieira, fui à casa debanho com a Eunice Muñoz e sentei-me bem pertinho do Balsemão e do Vieira de Almeida.

   ….viver em Lisboa tem destas coisas

mafalda mascarenhas

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Friday, May 15, 2009

Bom Fim-de-Semana

Porque é sexta-feira
porque a música é muito boa

mafalda

Posted by As agripinas at 14:51:48 | Permalink | Comments (2)

Post cheio de interesse e de leitura obrigatória….

Primeiro inventaram a roda, depois o automóvel, chegámos à lua e daqui a pouco a Marte; a Internet é wireless e os I-Pods têm mais memória que o meu PC. Mil e uma engenhocas que nos facilitam ou, muito simpesmente alegram, a nossa vida e que ainda há bem pouco tempo faziam parte do imaginário colectivo.


 

           Então, e para quando uns headphones que não se emaranharem loucamente obrigando, todas as manhãs,  a uma ginástica mental digna de um Cubo de Rubik ou um Sudoku daqueles bem difíceis, hein????

mafalda mascarenhas

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Wednesday, May 6, 2009

Esperar que nos venham buscar

     Ultimamente tenho ouvido diversos testemunhos de pessoas que de alguma forma não se sentem felizes nas relações que têm.
     Faz-me uma certa ( para não dizer muita) confusão que mesmo assim nada façam para alterar isso. Nem que no limite a solução seja o fim do namoro.

     Um dos intervenientes nestas histórias só espera, na minha opinião, encontrar alguém que o faça perder a cabeça para deixar tudo para trás. Mas se não encontrar também não abandona o que tem. É a velha história de só largar uma mão quando a outra já está bem presa….
E o pior é que sei que vai ser muito infeliz se não conseguir optar por ficar com ‘as duas mãos soltas’…

     Nas minhas viagens pela blogoesfera encontrei um texto que descreve bem o que algumas pessoas vivem, senão reparem bem…

     ” Podemos tentar fugir, esconder-nos, calar-nos, mas não nos podemos impedir de reagir.

     Não podemos dizer ao coração para não bater mais depressa, não podemos ordenar que a pele não se arrepie, não podemos impedir a íris de dilatar.

     Podemos disfarçar, podemos negar.

     Não podemos obrigar-nos a não sentir, a não querer, quando se quer.

     …Mas podemos desistir. Podemos ir embora, escolher não ficar.
     E indo, esperar que nos venham buscar. Mesmo quando sabemos que não o farão.’

Filipa Pessoa

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