All in a day’s work
Ontem preguei uma rasteira ao Siza Vieira, fui à casa debanho com a Eunice Muñoz e sentei-me bem pertinho do Balsemão e do Vieira de Almeida.
….viver em Lisboa tem destas coisas
mafalda mascarenhas
Ontem preguei uma rasteira ao Siza Vieira, fui à casa debanho com a Eunice Muñoz e sentei-me bem pertinho do Balsemão e do Vieira de Almeida.
….viver em Lisboa tem destas coisas
mafalda mascarenhas
Porque é sexta-feira
porque a música é muito boa
mafalda
Primeiro inventaram a roda, depois o automóvel,
chegámos à lua e daqui a pouco a Marte; a Internet é wireless e os I-Pods têm mais memória que o meu PC. Mil e uma engenhocas que nos facilitam ou, muito simpesmente alegram, a nossa vida e que ainda há bem pouco tempo faziam parte do imaginário colectivo.
Então, e para quando uns headphones que não se emaranharem loucamente obrigando, todas as manhãs, a uma ginástica mental digna de um Cubo de Rubik ou um Sudoku daqueles bem difíceis, hein????
mafalda mascarenhas
Ultimamente tenho ouvido diversos testemunhos de pessoas que de alguma forma não se sentem felizes nas relações que têm.
Faz-me uma certa ( para não dizer muita) confusão que mesmo assim nada façam para alterar isso. Nem que no limite a solução seja o fim do namoro.
Um dos intervenientes nestas histórias só espera, na minha opinião, encontrar alguém que o faça perder a cabeça para deixar tudo para trás. Mas se não encontrar também não abandona o que tem. É a velha história de só largar uma mão quando a outra já está bem presa….
E o pior é que sei que vai ser muito infeliz se não conseguir optar por ficar com ‘as duas mãos soltas’…
Nas minhas viagens pela blogoesfera encontrei um texto que descreve bem o que algumas pessoas vivem, senão reparem bem…
” Podemos tentar fugir, esconder-nos, calar-nos, mas não nos podemos impedir de reagir.
Não podemos dizer ao coração para não bater mais depressa, não podemos ordenar que a pele não se arrepie, não podemos impedir a íris de dilatar.
Podemos disfarçar, podemos negar.
Não podemos obrigar-nos a não sentir, a não querer, quando se quer.
…Mas podemos desistir. Podemos ir embora, escolher não ficar.
E indo, esperar que nos venham buscar. Mesmo quando sabemos que não o farão.’
Filipa Pessoa