It's really hard to walk in a single woman's shoes
Já dizia uma vizinha aqui do lado, "It's really hard to walk in a single woman's shoes" (ainda que noutro contexto). Eu digo isso e muito mais. Mulher sofre desde que nasce, até que morre...e quando não é por um motivo ponderoso, é por uma qualquer patetice capaz de pôr os nervos em franja a uma gaja com com G Grande. E estes dramas, que vão de deixar o telemóvel em casa, a perder uma capa do sapato atingem proporções de catástrofe quando se está a trabalhar quase no meio do nada...longe de tudo e de todos (fora o exagero, claro está!!!)
A carteira, passa quase a mala de viagem tantas são as coisas que passam a ser essenciais para sobreviver a um dia neste quase exílio lá para os lados do limoeiro... Escova de dentes, batom hidratante, maquilhagem para uma retocada básica (afinal nunca se sabe o que pode acontecer), havaianas porque não há pés que resistam a sapatinhos pipi e à calçada lisboeta, o belo do elástico para o cabelo (qualquer dia com ventoinha integrada, só falta que o inventem) Mas não, sutiãs ainda não faziam parte do kit sobrevivência em alfama, pelo menos até hoje!
E perguntam vocês para que quer ela um exemplar extra? Para que da próxima vez que fique sem o respectivo a meio do almoço não tenha de andar a fazer manobras à Macgyver se não quiser ficar como vim ao mundo... E se não acreditarem, perguntem à Kerk que me acompanhou neste momento difícil...
Dilema do dia: tirar o dito (ou melhor, o que restava dele!!) e correr o risco de vir uma corrente fresca e toda a gente pensar que a m vai para o serviço assediar sexualmente os colegas ou manter as belas copas tipo bengaleiro nas curvas naturais, na expectativa de a qualquer momento elas caírem e denunciarem o problema? Nem uma solução, nem outra... se uns belos agrafos não resolvem a questão, não há nada como um gancho para unir o que estava irremediavelmente solto! E o que me valeu foram as férias do colega de escritório... não que ele se importasse de assistir ao show «m, as suas melhores amigas e o falecido sutiã», mas eu continuo tímida e recatada como dantes.
p.s.- a meio da tarde, achei por bem aproveitar a ida à casa de banho para retocar o arranjinho... péssima ideia, novo dilema, 10 minutos na dita a remediar o estrago!
mmmmm





Kerk: giro, giro era o episódio do soutien acontecer connosco!! Ahahahahahahahahah!
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MªJubina (Comentar)
Eu assisti!!!Primeiro ainda pensei q fosse um pequeno acidente...mas qd me deparei c a M c os braços fechaditos e c as partes laterais do dito tão salientes......
E ainda lesei as expectativas da acidentada qd lhe disse q tinha um alfinete de dama na carteira!!! mas não...
A miúda mesmo sem o traidor suporte estava ali poderosa!!!
Boa M!!! Cá na terrinha não acontece nada disto!! temos q ir à capital!!
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